Arquivos da categoria: Cultura

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Beatles a la Itália

Cultura

O designer italiano Stefano Agabio uniu tipografia e a eternidade dos Beatles para um projeto incrível: toda a letra de “Hey, Jude” em ilustrações tipográficas diferenciadas, através de uma série de 36 posters que resultam na vontade incontrolável de ligar o som e cantar junto com os ingleses mais representativos da história da música. Vale conhecer!

Clube da luluzinha

Cultura

A quarta feira, véspera de feriado, é uma ótima oportunidade de encontrar as amigas e colocar a fofoca em dia, certo? Antenado à necessidade feminina de se reunir, o Zot gastrobar, em Copacabana, criou o happy hour do clube da luluzinha, às quartas feiras, com direito a uma taça de espumante por conta da casa para as damas ali presentes. O espaço moderno é um ótimo cenário para a diversão, e o cardápio, elegante e delicado, segue a linha de ingredientes brasileiros. Para acompanhar a versátil carta de vinhos (que nesse friozinho cai muito bem!) estão nos destaques as bombas de camarão, o cuzcuz de farinha d’ água de bragança e o carpaccio de pupunha com fitas de abobrinha queijo grana e ervas. Agora não tem mais desculpa para adiar aquele encontro, né? Vamos reunir a mulherada, preparar o riso e brindar a vida! Tintim :)

 

 

 

Pinceladas de moda!

Cultura

O ilustrador angolano Antonio Soares é dono de um trabalho incrível que oscila em técnicas da aguarela à simples caneta BIC. O artista se descreve como um contador de histórias pela narrativa transcrita de próprias inspirações, experiências, viagens, etc. A face escolhida por nós é a ilustração de moda (amamos!), apresentada com maestria e precisão em traços delicados da beleza feminina. O trabalho de Antônio é caracterterizado por uma personalidade forte, expressiva, vista em suaves pinceladas com muita emoção! Vale apreciar! <3

 

A poesia que a gente… vive!

Cultura

Hoje, o centro do Rio de Janeiro vira palco de um encontro mágico em homenagem ao modernista Carlos Drummond de Andrade. Trata-se do Saruê, evento criado por Mônica Montone e Claufe Rodrigues que reunirá poesia, música, projeção de imagens, performances e muita gente bacana nos jardins da Biblioteca Nacional, de graça, a partir das 18h. Quem vai marcar presença por lá são os cantores Letuce e Línox e a poetisa Maria Rezende, dona do “Maria da Poesia”, um dos blogs de poesia com mais destaque da web por revelar uma linguagem essencialmente sincera e os encantos da palavra por trás de uma voz feminina, sem cair no clichê “mulherzinha de ser”. Para antecipar as benesses de hoje à noite, batemos um papo incrível com a Maria sobre literatura, a cena cultural do Rio, Drummond e, é claro, a poesia e todas as suas maravilhosas forma de expressá-la. Para quem gosta de ler, é imperdível. Simbora!

Maria, escrever é um ato de coragem. De se jogar no mundo sem medo. Quando todo esse processo começou na sua vida e quando você se deu conta de que, através disso, se podia viver?

Eu cresci lendo. Livrinhos pra criança, depois romances juvenis e, aos 14 anos, a poesia entrou na minha vida para nunca mais sair. A poesia ampliou essa paixão trazendo a descoberta da palavra como encantamento, mais do que apenas forma de comunicação. Aos 18 anos, eu fui parar na Escola Lucinda de Poesia Viva para aprender a dizer poemas com a Elisa, e de tanto dar voz aos poetas que eu amo é que nasceu a minha própria escrita.

Você tem dois livros publicados, “Substantivo Feminino” e “Bendita Palavra”. Como foi o desenvolvimento criativo das obras?

A minha escrita nasceu da palavra falada, e parece que tinha ficado cozinhando lá dentro e quando explodiu já veio meio pronta, sabe? Então meus poemas são muito orais, e eu logo fui dizendo cada um deles em saraus, eventos. Quando as pessoas me perguntavam por um livro eu achava que estava todo mundo doido, era tudo muito recente, achava que não estava pronta, mas um dia me dei conta de que a gente nunca está pronto mesmo pra nada, e acabei publicando o “Substantivo Feminino”, em 2003. Foi uma edição independente, eu mesma diagramei, fui à gráfica levar o disquete (tempo de disquete, ainda!), tudo super pessoal. E como minha escrita nasceu da oralidade eu inventei de ter um CD acompanhando o livro – na verdade era mais uma espécie de garantia, tipo: escritos eles podem não funcionar, mas na minha voz esses poemas são ótimos! Essa edição esgotou em uns quatro anos e acaba de sair do forno uma edição novinha em folha, pela editora Ibris Libris, que eu vou lançar oficialmente ainda esse ano. O segundo livro, “Bendita Palavra”, levou um tempão pra sair, dessa vez pela editora 7Letras, e foi lançado em 2008, também em forma de livro e de disco.

Você fez parte da escola da Elisa Lucinda, que é um nome representativo na nossa poesia contemporânea. Lá, existe a questão endossada da “poesia falada”, que você já contou um pouquinho na resposta anterior. Como mais sobre essa experiência e a sua relação com a fala mesmo, de a poesia ser dita para quem estiver disposto a ouvi-la?

Eu sou uma fã da poesia falada. Acho rico, acho lindo, acho generoso. A poesia dita muitas vezes quebra a ideia de que poesia é difícil, que é parte preconceito parte experiência mesmo, porque muitas vezes a única poesia que a pessoa conhece é a que ela estudou na escola, poetas clássicos, com vocabulário difícil. Mas poesia também é conversa, é cotidiana, é simples, e a oralidade aproxima, cria intimidade. É claro que toda leitura é só uma leitura, e que dar voz a um poema é dar o seu entendimento. Isso abre portas, mas também direciona, e pra muita gente acaba tirando a chance de criar seu próprio entendimento. Por isso eu sou a favor da poesia escrita e da falada, livro e disco, silêncio do quarto e palco iluminado, tudo.

Quais são as suas referências na literatura?

Ah, tanta gente… Eu sou uma leitora gulosa, e meus favoritos são os brasileiros da Semana de 22 pra cá: Drummond, Bandeira, Manoel de Barros, Hilda Hilst, Adélia Prado, Ferreira Gullar, Elisa Lucinda, Viviane Mosé, e também os meus contemporâneos, poetas da minha geração, como o Everton Behenck, o Leonardo Marona, o Vitor Paiva.

Hoje acontece o Saruê, em homenagem ao mestre Drummond. Como está a sua expectativa para o evento, a sua relação com o poeta e como enxerga a importância de ações como essa para a cena cultural do Rio?

Drummond foi meu primeiro poeta falado. Quando eu cheguei à escola da Elisa, o poema que escolhi para aprender a dizer versos foi “O caso do vestido”, um poema lindo e enorme dele. Foi um baita desafio porque além do tamanho é um poema de dor, a história de uma mulher abandonada pelo marido, e eu ali menina metida com aquele poemão na mão. Foi difícil e delicioso, foi meu batizado no palco, minha estreia, e por isso inesquecível. Nessa sexta, vou dizer esse poema em público depois de um tempão, estou superanimada e acho que vai ser emocionante… Esse evento é novinho em folha, a Mônica e o Claufe são superagitadores poéticos, dão casa para apoesia e para as outras artes também, e ah, os jardins da Biblioteca Nacional não podiam ser cenário melhor, né?

E para aqueles que escrevem, mas ainda temem a exibição: existe conselho?

Escrever é uma coisa, dizer poemas é outra, mas eu acredito na força de compartilhar a criação. Meus poemas ganham outra vida quando ganham o mundo, surgem outras leituras. A possibilidade de tocar quem te lê ou ouve é muito linda, e vale o esforço de botar a cara à tapa. Eu adoro…

Para finalizar, deixa uma frase especial para a gente? :)

“Be yourself. Everyone else is already taken.” (Oscar Wilde)

Tudo novo de novo…

Cultura

As incríveis colagens da artista americana Hollie Chastain, compostas por materiais reciclados e desgastados, são o destaque do dia aqui no blog. A artista começou a carreira com obras em cerâmica, aquarela e vidro, mas foi na reciclagem que descobriu a verdadeira paixão. Com pegada sustentável, os trabalhos se apresentam com matérias primas que variam de papéis envelhecidos a materiais de brechó. A natureza e os contos de fadas são fortes inspirações de Hollie, e manchas de água e rabiscos coloridos também elaboram a criação das obras. O sucesso das colagens já é visto em galerias de arte e butiques nos EUA e no exterior. Nós estamos apaixonadas!

Viva a criatividade sustentável!

Que gatinho!

Cultura

Quem não gosta de bichinhos de estimação? Eles são amáveis e ótimos companheiros, mas também podem ser inspirações para a arte. A ilustradora Ohara Hale transformou a paixão de infância por animais em uma série sensacional que mistura gatos e comidas. A artista possui um estilo colorido, extravagante e divertido traduzido pela personalidade versátil. Além das ilustrações (também feitas em quadrinho), Hale é autora de livros infantis, design de moda e cantora… adoramos!

Brincadeira de criança!

Cultura, Verão 13

Oba! Hoje é dia das crianças e a saudade de momentos inesquecíveis faz nosso coração bater mais forte, certo? Para ilustrar essa nostalgia gostosa, a gente mostra o trabalho da Le Petit Pirate que oferece tatuagens temporárias para crianças (e adultos, por   que não!?) desenvolvida por ilustradores do mundo todo. A brincadeira da infância, além divertida, agora fica superestilosa! Bateu saudade? Aproveita! Recordar é viver ;)

 

 

Ah! A Lapa!

Cultura

O feriado está chegando. A pergunta fica: o que fazer? Aqui no Rio, a Fundição Progresso, centro cultural que abriga desde megaeventos comerciais às manifestações tradicionais do carnaval carioca (já está por dentro do 8º Concurso Nacional de Marchinhas?) é uma opção bacanérrima para moradores ou turistas. Além de estar localizada na Lapa (bairro de fácil acesso e berço da boemia), a casa tem a iniciativa incrível de abrigar grupos culturais como Intrépida Trupe, Armazém Cia. De Teatro, Teatro do Anônimo e Orquestra Petrobras Sinfônica, que habitam, ensaiam se apresentam constantemente no local. Como a gente adooora ver de pertinho nossas inspirações musicais, a dica para os próximos dias conta com Soja3 Temores, Morbo y Mambo e Santa Massa. Ufa! Cansa não, ein!

Neste dia 11, véspera de feriado, a boa é chegar no show da Soja, uma das maiores bandas de reggae da atualidade. O som dos caras é único e promete fazer da noite de quinta-feira uma delicinha total. Vamos entrar no clima!

No dia 12, feriadão – o que já deixa todo mundo sorrindo de orelha à orelha – a gente te dá um motivo a mais para continuar feliz: a união de três nomes fortíssimos do rap nacional, EMICIDA, PROJOTA E RASHID, no evento 3 Tremores, iniciativa do projeto “100 anos de Fundição, 30 de Progresso”. Tudo aconteceu para comemorar os 100 anos da construção do prédio da Fundição Progresso e 30 anos do movimento cultural que a fundou. Legal, né? Vai ser histórico!

 

Para fechar com chave de ouro a programação-feriadinho-dos-bons, no sábado (13), a Fundição promove mais um show do “Orquestrando a Lapa”, encontros de orquestras populares. Dessa vez, quem reafirma a musicalidade universal nos palcos da casa são as bandas Orchestra Santa Massa (fazem um trabalho incrível em torno da obra de Luiz Gonzaga) e Morbo y Mambo, banda argentina com influências sonoras raríssimas. Para endossar, vai rolar uma participação pra lá de especial da Ana Cañas e do Curumim. Ai, gente! Dá pra resistir?

Lembrando que a meia entrada está garantida para todos que levarem a doação de 1kg de alimento não perecível.  Passar feriado na cidade maravilhosa é bom demais! A gente se vê por lá! ;)

O céu é o limite

Cultura

A criatividade possibilita transformar um cenário lindo em algo ainda mais incrível e o fotógrafo Eric Cahan sabe bem disso. O nova yorkino com espírito aventureiro, teve a idéia de fotografar o nascer e o pôr-do-sol pelos lugares onde viaja como forma de recordação. Assim nasceu a  Sky Series: um trabalho colorido, enérgico e forte que traduz toda a beleza natural do céu em filtros de resina, criados pelo próprio artista, capaz de proporcionar um efeito de cor diferenciado!

Como não amar?